Os filhos e as mídias


Quem nunca recorreu ao celular, tablet ou DVD no carro e em casa para acalmar e/ou entreter as crianças? Precisamos dirigir com tranquilidade e ter uma refeição calma após um dia de trabalho intenso, certo? Sim, mas quem tem filhos sabe que nem todos os dias serão flores. . Quando usamos as mídias para conseguirmos o que queremos, estamos terceirizando a nossa capacidade de gerenciar com eles o tempo do silêncio, da espera e do respeito ao outro, por exemplo. Perdemos a oportunidade de começar a ensinar os filhos sobre a empatia, reduzimos ainda mais nossa interação com eles e por cansaço ou outro motivo qualquer, adiamos a chance de educar os filhos desde pequenos. . Somos mães. Sabemos o quanto a tecnologia pode nos ajudar no dia a dia com filhos. Porém, ter a consciência das consequências do modo de uso é primordial. Escutamos diferentes histórias e realidades. Uma mãe com filha de quase 3 anos de idade nos relatou que: “não uso eletrônico no carro com X. Foi tenso e trabalhoso porque ela chorava muito, mas não desisti. Coloco som, canto... tem dias melhores que outros, mas acho que ela está acostumando e gosta quando eu mostro a paisagem ou algum lugar colorido que a gente está passando”. Uma conquista trabalhosa e diária que trará frutos a essa família. . Para que as mídias interfiram na vida das crianças de maneira produtiva, é preciso o cuidado do adulto. Os conteúdos das diversas tecnologias influenciam a construção desse sujeito pequeno e indefeso ainda. Os critérios e filtros para selecionar o conteúdo e o tempo de duração nessa interação midiática são os pais/educadores que promovem. . 👉🏼Controlar hoje é construir um caminho de autocontrole e autogerenciamento nas crianças em relação as muitas tecnologias.


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